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Terapia Floral 

 

O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções. Podemos buscar a ajuda dessa terapia para lidar com sentimentos que estão em conflito, que negamos ou que temos que modificar, como a insatisfação, a incerteza, insegurança, a raiva, entre outros. A terapia floral utiliza-se de compostos energéticos chamados essências florais. Cada essência é indicada para trabalhar emoções específicas ou conjuntos de emoções.

 Essa relação se faz de acordo com as características afins entre a flor da qual é produzido o floral e a pessoa. Por exemplo, se um sentimento de falta de confiança em si mesmo, nas suas capacidades e habilidades esteja sendo um obstáculo para uma pessoa no momento, uma fórmula com flores que trazem confiança, como o Alecrim, poderia ajudar a dissipar esse negativo e mostrar a real capacidade que há dentro dela. O floral não irá "colocar" nada que falta na pessoa, mas, sim, ressoar a característica que já está lá.


OS FLORAIS NA ALQUIMIA DE JOEL ALEIXO 

 

Florais Básicos

 Neste trabalho, o paciente começa a descortinar os véus da ilusão que dificultam seu contato com a realidade. A  compreensão do  movimento destes estados que mascaram uma boa leitura da realidade pessoal e da forma de viver a sua própria vida.

 Através dos princípios da Alquimia Ocidental,é feita a análise das dificuldades que se apresentam na vida do paciente, e assim se torna possível traçar um caminho que ajude a retornar a seu eixo central.

No atendimento são utlizadas essências florais que provêm das matas e montanhas brasileiras, dando um ar de "familiaridade" com cada uma das flores.

Em que estes florais podem lhe ajudar ?

. Medo
. Insegurança
. Falta de interesse no presente
. Solidão
. Hipersensibilidade a influências
. Desalento e desespero
. Preocupação excessiva com os outros

.Confusão mental

.Perda recente de pessoas amadas

.Sensação de frustração na vida 

 

 Florais 4 Elementos, Phoenix e Pletora

O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.

 

O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
 
 O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utiliza esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
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os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.

O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
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os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
O Projeto Phoenix associa um conjunto de procedimentos específicos à administração  de  três  florais.  O alquimista utilizará esse repertório de recursos  quando  constatar a necessidade de que seu cliente retome o contato com a natureza e recupere a ressonância  com  os  ecossistemas  de que faz parte.
Esse tratamento reeduca o cliente para a percepção da correlação existente entre os ritmos da natureza e o biorritmo de seu corpo, restabelecendo a harmonia entre os dois.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
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os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
 Nos últimos séculos, a civilização ocidental criou o mito de que a humanidade domina e transforma a natureza, atuando como um ser superior a ela e capaz de viver dissociado dela. A Alquimia, entretanto, acredita que as diversas formas de vida presentes no planeta integram um todo indivisível, sujeitando-se às mesmas leis. Para a Alquimia,   a   raça   humana   está   tão adstrita à observância dessas leis como qualquer exemplar dos reinos animal, vegetal e mineral.
 
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
 A pessoa que altera cronicamente seu biorritmo afronta o movimento geral da natureza.  Como  conseqüência,  esta  o desliga da sincronicidade com que rege s ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais. A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
 
 Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem como  o  cultivo  da  perseverança  e  dacomo  o  cultivo  da  perseverança  e  da disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
 
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
desliga da sincronicidade com que rege
os ritmos  da vida planetária. Uma vez que isso ocorra, o indivíduo começará a apresentar  doenças  e  sintomas causados por vírus e bactérias letais.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
A Alquimia não se ocupa com a criação de fórmulas para matar esses agentes invasores, por conhecer a inteligência com que promovem mutações de modo a nos preservar de agressões. Em vez de procurar destruir essas entidades, a Alquimia provê o saneamento do ecossistema em que o agente veio habitar. Restaurando a conexão entre os ritmos do corpo e os da natureza, torna o ambiente do primeiro inadequado à sobrevivência do elemento invasor que, então, se retira, sem que lhe tenha sido dada a oportunidade de desenvolver resistência a drogas.
Em consonância com esse princípio da Alquimia, o Projeto Phoenix propõe a reeducação alimentar e dos hábitos, bem
como  o  cultivo  da  perseverança  e  da
disciplina. A toma dos florais propicia o suporte adequado para esse tipo de mudança de postura, reajustando o biorritmo do cliente ao biorritmo planetário.
 
 

 

Florais DNA Alquímico

Com os florais alquímicos das
Serpentes, o aluno aprofunda um
pouco mais o seu conhecimento
sobre a alquimia, pois para a
elaboração destes florais são
seguidos os procedimentos desta
antiga arte, onde as flores são
calcinadas e enriquecidas com
minerais. Isto torna os florais mais
potentes em termos de ancoragem
nas células-mãe, onde está o DNA.
Este procedimento segue os preceitos
de Paracelsus, Nicolas Flamel e
outros grandes alquimistas
medievais, trazendo para a
atualidade o conhecimento de que
não se pode curar somente a alma, é
preciso curar também o corpo. É
imprescindível trabalhar o DNA. Os
grandes alquimistas sabiam que só
pode existir uma mente sã em um
corpo sadio e que um corpo sadio
necessita estar criando,
ininterruptamente, ressonância com
a alma, a fim de que ambos possam,
interagindo, adiantar os processos de
autoconhecimento. Estes florais
também têm como objetivo fazer
com que o indivíduo consiga entrar
em contato com sua herança
genética - tanto por parte do pai
(Serpentes Solares) quanto por parte
da mãe (Serpentes Lunares) –
facilitando assim a cura de tudo
àquilo que ele herdou em nível
emocional e físico de seus
antepassados, mas que não faz parte

 

Com os florais alquímicos das Serpentes, o aluno aprofunda um pouco   mais   o   seu   conhecimento sobre a alquimia, pois para a elaboração  destes  florais  são seguidos os procedimentos desta antiga arte, onde as flores são calcinadas e enriquecidas com minerais. Isto torna os florais mais potentes em termos de ancoragem nas células-mãe, onde está o DNA. Este procedimento segue os preceitos de   Paracelsus,   Nicolas   Flamel   e outros grandes  alquimistas medievais,  trazendo  para  a atualidade  o  conhecimento  de  que não se pode curar somente a alma, é preciso curar também o corpo. É imprescindível trabalhar o DNA. Os grandes alquimistas sabiam que só pode existir uma mente sã em um corpo sadio e que um corpo sadio necessita estar criando, ininterruptamente,  ressonância  com a alma, a fim de que ambos possam, interagindo, adiantar os processos de autoconhecimento. Estes florais também  têm  como  objetivo  fazer com que o indivíduo consiga entrar em  contato  com  sua  herança genética - tanto por parte do pai (Serpentes Solares) quanto por parte da mãe (Serpentes Lunares) – facilitando  assim  a  cura  de  tudo àquilo que ele herdou em nível emocional e físico de seus antepassados, mas que não faz parte
de sua essência.

  Com os florais alquímicos das Serpentes,  aprofundamos um pouco   mais   o  conhecimento sobre a alquimia, pois para a elaboração  destes  florais  são seguidos os procedimentos desta antiga arte, onde as flores são calcinadas e enriquecidas com minerais. Isto torna os florais mais potentes em termos de ancoragem nas células-mãe, onde está o DNA. Este procedimento segue os preceitos de   Paracelsus,   Nicolas   Flamel   e outros grandes  alquimistas medievais,  trazendo  para  a atualidade  o  conhecimento  de  que não se pode curar somente a alma, é preciso curar também o corpo. É imprescindível trabalhar o DNA.

Os grandes alquimistas sabiam que só pode existir uma mente sã em um corpo sadio e que um corpo sadio necessita estar criando, ininterruptamente,  ressonância  com a alma, a fim de que ambos possam, interagindo, adiantar os processos de autoconhecimento. Estes florais também  têm  como  objetivo  fazer com que o indivíduo consiga entrar em  contato  com  sua  herança genética - tanto por parte do pai (Serpentes Solares) quanto por parte da mãe (Serpentes Lunares) – facilitando  assim  a  cura  de  tudo àquilo que ele herdou em nível emocional e físico de seus antepassados, mas que não faz parte de sua essência.

de sua essência.

 Os compostos florais Joel Aleixo representam uma revolução na maneira de produzir e ingerir florais. Baseados em dezoito anos de pesquisas, unem a reconhecida eficácia dos florais Joel Aleixo, produzidos artesanalmente de acordo com os princípios da Alquimia, com as propriedades revitalizantes, bactericidas, e rejuvenescedoras presentes no pólen, no própolis e na geléia real das abelhas.

 

 

 Curiosidades:

O que é a Alquimia 

A Alquimia é uma busca pela transformação física, mental e espiritual. É uma filosofia profunda que leva ao autoconhecimento, à evolução do espírito e à iluminação pessoal. A Alquimia muda a nossa vida seja como filosofia de vida como, através dos Florais Alquimicos, na prática. 

 O que são as essências Florais ?

As essências florais são extratos líquidos naturais e altamente diluídos de flores, plantas e arbustos, que se destinam ao equilíbrio dos problemas emocionais, operando em níveis vibratórios sutis e harmonizando a pessoa no meio em vive. O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções do paciente buscando a consciência plena do seu mundo interior e exterior. Problemas de saúde freqüentemente têm suas origens nas emoções; sentimentos que foram persistentemente reprimidos irão emergir, primeiro, como conflitos mentais e, depois, como doença física.

Flor, em grego, significa o melhor de. Uma planta floresce quando ela está vivendo o seu melhor momento de vitalidade e energia, ou seja, quando vive o momento mais puro e divino de sua existência. E a flor (a parte sexual da planta) fica em contato com o céu (o divino) e polariza o equilíbrio emocional com o homem (parte sexual ligada a Terra - o físico). As flores sempre acompanharam o homem em todas as fases de sua vida: desde o seu nascimento, datas especiais como o aniversário, batizado, casamento, comemorações, jantares, etc e até o momento de sua última despedida nesta vida (velório).

Com os florais poderemos tratar de estresse, depressão, pânico, desespero, sentimentos de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medos, ansiedades e preocupações etc. Também podemos administrar os florais para animais e plantas, com resultados animadores e, muitas vezes, surpreendentes.  

Além disso, água mineralizada com pedras preciosas é diluída nos compostos. O resultado são compostos florais extremamente poderosos, capazes de agir simultaneamente tanto na esfera espiritual quanto na corpórea para combater diversos tipos de sintomas causados pelo desequilíbrio entre corpo, mente e espírito.

Por fim, a aplicação sublingual do composto floral, graças a um inédito sistema de spray, permite sua imediata absorção pelo organismo, aumentando ainda mais a eficácia do produto. Depois de testados laboratorialmente e por terapeutas no Brasil e no exterior, os compostos florais Joel Aleixo têm a garantia de qualidade e ótimos resultados.

Os compostos foram formulados para diferentes indicações, mas todos têm um único objetivo: integrar corpo, mente e espírito por meio do equilíbrio.

CompostosOs compostos florais Joel Aleixo representam uma revolução na maneira de produzir e ingerir florais. Baseados em dezoito anos de pesquisas, unem a reconhecida eficácia dos florais Joel Aleixo, produzidos artesanalmente de acordo com os princípios da Alquimia, com as propriedades revitalizantes, bactericidas, e rejuvenescedoras presentes no pólen, no própolis e na geléia real das abelhas.

Além disso, água mineralizada com pedras preciosas é diluída nos compostos. O resultado são compostos florais extremamente poderosos, capazes de agir simultaneamente tanto na esfera espiritual quanto na corpórea para combater diversos tipos de sintomas causados pelo desequilíbrio entre corpo, mente e espírito.

Por fim, a aplicação sublingual do composto floral, graças a um inédito sistema de spray, permite sua imediata absorção pelo organismo, aumentando ainda mais a eficácia do produto. Depois de testados laboratorialmente e por terapeutas no Brasil e no exterior, os compostos florais Joel Aleixo têm a garantia de qualidade e ótimos resultados.

Os compostos foram formulados para diferentes indicações, mas todos têm um único objetivo: integrar corpo, mente e espírito por meio do equilíbrio.

CompostosOs compostos florais Joel Aleixo representam uma revolução na maneira de produzir e ingerir florais. Baseados em dezoito anos de pesquisas, unem a reconhecida eficácia dos florais Joel Aleixo, produzidos artesanalmente de acordo com os princípios da Alquimia, com as propriedades revitalizantes, bactericidas, e rejuvenescedoras presentes no pólen, no própolis e na geléia real das abelhas.

Além disso, água mineralizada com pedras preciosas é diluída nos compostos. O resultado são compostos florais extremamente poderosos, capazes de agir simultaneamente tanto na esfera espiritual quanto na corpórea para combater diversos tipos de sintomas causados pelo desequilíbrio entre corpo, mente e espírito.

Por fim, a aplicação sublingual do composto floral, graças a um inédito sistema de spray, permite sua imediata absorção pelo organismo, aumentando ainda mais a eficácia do produto. Depois de testados laboratorialmente e por terapeutas no Brasil e no exterior, os compostos florais Joel Aleixo têm a garantia de qualidade e ótimos resultados.

Os compostos foram formulados para diferentes indicações, mas todos têm um único objetivo: integrar corpo, mente e espírito por meio do equilíbrio.

A Lenda da Flor de Lótus

 

 

A Lenda da Flor de Lótus 

 

 Certo dia, à margem de um tranqüilo lago solitário, a cuja margem se erguiam frondosas árvores com perfumosas flores de mil cores, e coalhadas de ninhos onde aves canoras chilreavam, encontraram-se quatro elementos irmãos: o fogo, o ar, a água e a terra. - Quanto tempo sem nos vermos em nossa nudez primitiva - disse o fogo cheio de entusiasmo, como é de sua natureza. É verdade - disse o ar. - É um destino bem curioso o nosso. À custa de tanto nos prestarmos para construir formas e mais formas, tornamo-nos escravos de nossa obra e perdemos nossa liberdade. - Não te queixes - disse a água -, pois estamos obedecendo à Lei, e é um Divino Prazer servir à Criação. Por outro lado, não perdemos nossa liberdade; tu corres de um lado para outro, à tua vontade; o irmão fogo, entra e sai por toda parte servindo a vida e a morte. Eu faço o mesmo. - Em todo o caso, sou eu quem deveria me queixar - disse a terra - pois estou sempre imóvel, e mesmo sem minha vontade, dou voltas e mais voltas, sem descansar no mesmo espaço. - Não entristeçais minha felicidade ao ver-nos - tornou a dizer o fogo - com discussões supérfluas. É melhor festejarmos estes momentos em que nos encontrarmos fora da forma. Regozijemo-nos à sombra destas árvores e à margem deste lago formado pela nossa união. Todos o aplaudiram e se entregaram ao mais feliz companheirismo. Cada um contou o que havia feito durante sua longa ausência, as maravilhas que tinham construído e destruído. Cada um se orgulhou de se haver prestado para que a Vida se manifestasse através de formas sempre mais belas e mais perfeitas.

E mais se regozijaram, pensando na multidão de vezes que se uniram fragmentariamente para o seu trabalho. Em meio de tão grande alegria, existia uma nuvem: o homem. Ah! como ele era ingrato. Haviam-no construído com seus mais perfeitos e puros materiais, e o homem abusava deles, perdendo-os. Tiveram desejo de retirar sua cooperação e privá-lo de realizar suas experiências no plano físico. Porém a nuvem dissipou-se e a alegria voltou a reinar entre os quatro irmãos. Aproximando-se o momento de se separarem, pensaram em deixar uma recordação que perpetuasse através das idades a felicidade de seu encontro. Resolveram criar alguma coisa especial que, composta de fragmentos de cada um deles harmonicamente combinados, fosse também a expressão de suas diferenças e independência, e servisse de símbolo e exemplo para o homem. Houve muitos projetos que foram abandonados por serem incompletos e insuficientes. Por fim, refletindo-se no lago, os quatro disseram: - E se construíssemos uma planta cujas raízes estivessem no fundo do lago, a haste na água e as folhas e flores fora dela? - A idéia pareceu digna de experiência. Eu porei as melhores forças de minhas entranhas - disse a terra - e alimentarei suas raízes. - Eu porei as melhores linfas de meus seios - disse a água - e farei crescer sua haste. - Eu porei minhas melhores brisas - disse o ar - e tonificarei a planta. - Eu porei todo o rneu calor - disse o fogo - para dar às suas corolas as mais formosas cores. Dito e feito. Os quatro irmãos começaram a sua obra.

Fibra sobre fibra foram construídas as raízes, a haste, as folhas e as flores. O sol abençoou-a e a planta deu entrada na flora regional, saudada como rainha. Quando os quatro elementos se separaram, a Flor de Lótus brilhava no lago em sua beleza imaculada, e servia para o homem como símbolo da pureza e perfeição humana. Consultaram-se os astros, e foi fixada a data de 8 de maio - quando a Terra está sob a influência da Constelação de Taurus, símbolo do Poder Criador - para a comemoração que desde épocas remotas se tem perpetuado através das idades. Foi espalhada esta comemoração por todos os países do Ocidente, e, em 1948, o dia 8 de Maio se tomou também o "Dia da Paz".

 

 

A flor-de-lótus (Nelumbo nucifera), também conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é uma planta da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia) nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia, principalmente).

Olhada com respeito e veneração pelos povos orientais, ela é freqüentemente associada a Buda, por representar a pureza emergindo imaculada de águas lodosas. No Japão, por exemplo, esta flor é tão admirada que, quando chega a primavera, o povo costuma ir aos lagos para ver o botão se transformando em flor.

 

 

Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro. 
A lenda budista nos relata que quando Siddhartha, que mais tarde se tornaria o Buda, tocou o solo e fez seus primeiros sete passos, sete flores de lótus cresceram. Assim, cada passo do Bodhisattva é um ato de expansão espiritual. Os Budas em meditação são representados sentados sobre flores de lótus, e a expansão da visão espiritual na meditação (dhyana) está simbolizada pelas flores de lótus completamente abertas, cujos centros e pétalas suportam imagens, atributos ou mantras de vários Budas e Boddhisattvas, de acordo com sua posição relativa e relação mútua. 
 
Do mesmo modo, os centros da consciência no corpo humano (chacras) estão representados como flores de lótus, cujas cores correspondem ao seu caráter individual, enquanto o número de suas pétalas corresponde às suas funções. 
O significado original deste simbolismo pode ser visto pela semelhança seguinte: Tal como a flor do lótus cresce da escuridão do lodo para a superfície da água, abrindo sua flores somente após ter-se erguido além da superfície, ficando imaculada de ambos, terra e água, que a nutriram - do mesmo modo a mente, nascida no corpo humano, expande suas verdadeiras qualidades (pétalas) após ter-se erguido dos fluidos turvos da paixão e da ignorância, e transforma o poder tenebroso da profundidade no puro néctar radiante da consciência Iluminada (bidhicitta), a incomparável jóia (mani) na flor de lótus (padma). Assim, o arahant (santo) cresce além deste mundo e o ultrapassa. Apesar de suas raízes estarem na profundidade sombria deste mundo, sua cabeça está erguida na totalidade da luz. Ele é a síntese viva do mais profundo e do mais elevado, da escuridão e da luz, do material e do imaterial, das limitações da individualidade e da universalidade ilimitada, do formado e do sem forma, do Samsara e do Nirvana. 
 
Se o impulso para a luz não estivesse adormecido na semente profundamente escondida na escuridão da terra, o lótus não poderia se voltar em direção à luz. Se o impulso para uma maior consciência e conhecimento não estivesse adormecido mesmo no estado da mais profunda ignorância, nem mesmo num estado de completa inconsciência um Iluminado nunca poderia se erguer da escuridão do Samsara. 
A semente da Iluminação está sempre presente no mundo, e do mesmo modo como os Budas surgiram nos ciclos passados do mundo, também os Iluminados surgem no presente ciclo e poderão surgir em futuros ciclos, enquanto houver condições adequadas para vida orgânica e consciente.
 
fonte: website Via Capella